Flavio Cobolli superou o nervosismo durante sua partida de quartas de final no Roland Garros, segundo o The New York Times. O italiano de 24 anos enfrentou desafios inesperados contra Zachary Svajda em 2 de junho de 2026, garantindo sua vaga nas semifinais em Roland Garros.
O que aconteceu
Durante sua partida da quarta rodada no Roland Garros, Flavio Cobolli experimentou uma onda repentina de ansiedade. Liderando por 6-2, 6-3, 6-7(3), 5-2 contra o americano Zachary Svajda, Cobolli começou a perder o controle quando seus golpes de fundo saíram do rumo, e ele perdeu quatro games consecutivos. Ele conseguiu recuperar a compostura, manteve o saque e venceu a partida em um tiebreak tenso.
“Quando a partida está quase terminando, você começa a pensar. Esse é o problema com meu caráter, porque eu não gosto de pensar”, disse Cobolli em uma conferência pós-jogo, destacando como pensamentos intrusivos afetaram seu desempenho. Jogadores frequentemente descrevem manifestações físicas semelhantes de nervosismo, incluindo náusea e tensão muscular, que complicam seu jogo.
O Roland Garros deste ano tem visto uma alta prevalência de tensão entre os competidores. Dos 10 principais cabeças de chave, apenas cinco permanecem, e o sorteio incomum significa que jogadores de ranking inferior enfrentam expectativas aumentadas. “Se eu penso, especialmente se estou nervoso, começo a jogar um tênis diferente”, acrescentou Cobolli, ilustrando o fardo psicológico que muitos jogadores enfrentam à medida que avançam.[2]
Por que é importante
As pressões do tênis competitivo podem afetar significativamente o desempenho. À medida que os jogadores enfrentam obstáculos psicológicos e físicos, sua capacidade de gerenciar o nervosismo torna-se crucial. Segundo a psicóloga esportiva Sarah Murray, a resposta do cérebro ao estresse se assemelha à de ameaças antigas, levando a uma tomada de decisão comprometida na quadra.
Essa dinâmica é particularmente relevante nesta fase do torneio, onde resultados inesperados alteraram as classificações dos competidores. As altas expectativas colocadas sobre os favoritos podem criar armadilhas psicológicas que obstruem seu foco, o que pode levar a problemas de desempenho em partidas cruciais.[3]
Contexto
Em 27 de maio de 2026, Cobolli garantiu sua vaga nas quartas de final após derrotar Svajda em uma partida que testou sua resiliência mental. Este encontro se destaca não apenas por sua intensidade, mas também por refletir tendências mais amplas no torneio, onde muitos jogadores de ranking inferior avançaram mais do que o esperado.
Em 20 de maio de 2026, o torneio já havia visto inúmeras surpresas, preparando o palco para confrontos surpreendentes. Os competidores restantes agora enfrentam pressões únicas à medida que se aproximam de garantir um lugar nas rodadas finais.
O que vem a seguir
Olhando para o futuro, as semifinais ocorrerão em 4 de junho de 2026. Os jogadores precisarão implementar estratégias para gerenciar seus nervos enquanto disputam uma vaga nas finais em Roland Garros.[1]

